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ORIENTAÇÕES GERAIS ÀS PSICÓLOGAS E PSICÓLOGOS DE QUALQUER CAMPO DE ATUAÇÃO

ORIENTAÇÕES GERAIS ÀS PSICÓLOGAS E PSICÓLOGOS DE QUALQUER CAMPO DE ATUAÇÃO


 

  1. Em todo e qualquer serviço ou unidade de atendimento, procurar seguir as recomendações das organizações sanitárias amplamente divulgadas no que se refere às medidas de prevenção do contágio, tais como: lavar as mãos frequentemente com água e sabão; usar antisséptico de mãos à base de álcool gel 70%; ao tossir ou espirrar, cobrir boca e nariz com a parte interna do cotovelo, evitando usar as mãos; optar por lenços descartáveis; manter os ambientes ventilados, com janelas abertas; evitar aglomerações; utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o seu local de trabalho; evitar apertos de mão, abraços e beijos, sempre informando às pessoas sobre o motivo de tal mudança de hábitos e costumes; permanecer em domicílio caso apresente sintomas gripais ou pertença aos grupos de risco (pessoas idosas, imunossuprimidas e/ou com comorbidades) e procurar uma unidade de saúde apenas se apresentar dificuldade respiratória;
  2. Ter especial atenção e cuidado com as pessoas que fazem parte dos grupos de risco e orientá-las sempre com relação as medidas de isolamento social;
  3. Procurar suspender ou reduzir temporariamente os atendimentos presenciais - como medida de prevenção e de redução dos riscos e danos à saúde coletiva - e acompanhar usuárias e usuários por meio de tecnologias da informação, tais como telefone ou internet, exceto em situações de crise ou outras enas quais você avalie, junto a colegas, que a intervenção presencial não pode ser evitada. Lembrar que para atender a distância é necessário realizar o cadastro on-line, seguindo o disposto na Resolução CFP nº 11/2018. A única mudança que houve em relação a essa modalidade de atendimento, em caráter de excepcionalidade, é a seguinte: as(os) profissionais não precisam aguardar a resposta do Sistema Conselhos para começar a atender;
  4. Evitar atividades em grupo. Caso sejam realmente necessárias, que sejam realizadas com distância segura entre todas e todos e de preferência em ambientes abertos ou arejados;
  5. Evitar reuniões (locais, entre serviços ou intersetoriais) presenciais e procurar realizá-las por vídeo ou audioconferência. Caso sejam necessárias, que sejam realizadas com distância segura entre todas e todos e de preferência em ambientes abertos ou arejados;
  6. Manter-se atualizado por meio de fontes seguras de informação e reduzir a leitura de informações superficiais, inconsistentes e que apenas intensificam a ansiedade. Estar bem informado também nos dá maior segurança para atuar;
  7. Contribuir com a promoção e cuidado em saúde mental da sua equipe, acolhendo e escutando demais profissionais, bem como contribuindo com a construção de um ambiente de trabalho colaborativo e empático. Atentar também para a saúde mental de profissionais responsáveis pela higienização dos ambientes, tantas vezes invisibilizados, mesmo que em sofrimento;
  8. Lembrar de nosso papel fundamental no que se refere à psicoeducação frente a situações como uma pandemia. Embora não haja uma receita pronta relacionada ao coronavírus, seus conhecimentos prévios, junto ao dos colegas de outras categorias, fornecem ferramentas para a produção de materiais e informações mais focadas à população que você atende. Contar também com os materiais produzidos pelo Sistema Conselhos e por outras instituições como Ministério da Saúde, Fiocruz etc.;
  9. Cuidar de você, reconhecer seus limites e pedir ajuda sempre que sentir necessidade. Ficar atenta(o) para o uso abusivo de medicamentos, álcool e outras drogas. Tentar manter uma rotina de modo que possa dormir a quantidade de horas necessárias para sentir que descansou;
  10. Aos que estão em quarentena, pensar nas atividades que gostava e fazia antes da quarentena e adaptá-las a este novo cenário para que possa mantê-las, dentro do possível. Lembre-se que apresentar ansiedade, insegurança, medo, confusão, letargia é comum em situações como esta – e que não estamos imunes, mesmo sendo psicólogas e psicólogos.