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#30HPSIJÁ: PISO SALARIAL E JORNADA DE TRABALHO PARA PSIS SÃO TEMAS DE AUDIÊNCIA PÚBLICA NO CONGRESSO

#30HPSIJÁ: PISO SALARIAL E JORNADA DE TRABALHO PARA PSIS SÃO TEMAS DE AUDIÊNCIA PÚBLICA NO CONGRESSO


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O Conselho Regional de Psicologia do Distrito Federal participou nesta semana da audiência pública virtual na Câmara dos Deputados que debateu o PL nº 1214/2019 (que dispõe sobre a mudança da carga horária máxima de 30 horas semanais para psicólogas e psicólogos) e o PL nº 2079/2020 (sobre o piso salarial de profissionais de Psicologia). 
 
A audiência ocorreu no âmbito da Comissão de Seguridade Social e Família, nessa segunda-feira (30), por requerimento das depuradas Rejane Dias (PT/PI) e Érika Kokai (PT/DF). Presidindo a audiência, a Deputada Jandira Feghali (PCdoB/RJ) apresentou as quarto convidadas à mesa: Ana Sandra Fernandes, conselheira presidenta do Conselho Federal de Psicologia - CFP; Fernanda Magano, vice-presidenta da Federação Nacional dos Psicólogos - FENAPSI; Tamara Levi, presidenta do Sindicato das Psicólogas e Psicólogos do Distrito Federal - SindPsiDF; e Thessa Guimarães, conselheira presidenta do Conselho Regional de Psicologia do Distrito Federal. 

Na oportunidade, a presidenta do CRP 01/DF, Thessa Guimarães, enfatizou que a pandemia demonstrou a importância social e humanitária da Psicologia. Segundo ela, trata-se de “um campo vasto e cada vez mais organizado, que tem conseguido vitórias apesar do pior Congresso da nossa história, apesar do Estado de Exceção em curso”. 

A redução da jornada de trabalho foi uma das deliberações do 9º Congresso Nacional da Psicologia (CNP), ocorrido em 2016. Desde então, o CRP 01/DF acompanha de perto a tramitação de projetos de lei sobre as 30h no Congresso Nacional e incentiva a realização de debates e audiências públicas a respeito do tema. A luta pela oficialização de um piso salarial para psicólogas e psicólogos também é cara ao Conselho, já que até hoje esses profissionais contam apenas com uma tabela de referência de valores. 

“Na contramão da retirada de direitos e da desregulamentação trabalhista, a luta pela jornada máxima de 30 horas e pelo piso salarial são contrapartidas que a Psicologia solicita da sociedade pelo trabalho prestado no enfrentamento à lógica de mercantilização da vida e banalização da morte”, declara a psicóloga Thessa.



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