Psicóloga(o), você sabia que inspeções recentes realizadas em comunidades terapêuticas identificaram situações de privação de liberdade e trabalho forçado contra pessoas que deveriam estar recebendo atendimento humanizado em equipamentos de saúde?
Um dossiê organizado pelo grupo de pesquisa “Psicologia e Ladinidades”, vinculado à Universidade de Brasília (UnB), analisou relatórios de fiscalizações, notícias e estudos sobre esses estabelecimentos divulgados até o ano passado, apontando um cenário alarmante de violações de direitos.
As principais causas para que exista, até hoje, esse tipo de exploração englobam a desigualdade social, a falta de responsabilização de instituições violadoras de direitos e a carência de políticas públicas eficazes e disponíveis para todos, como preconiza o Sistema Único de Saúde (SUS) e a nossa Constituição Federal.
Enquanto profissão orientada pela defesa da dignidade humana, a Psicologia e o campo da luta antimanicomial atuam pelo enfrentamento às práticas violadoras de direitos que ainda persistem em nosso país.
Reunimos alguns materiais para aprofundamento no tema e você pode consultar o link direto para todos eles no site do CRP 01/DF:
- Reportagem do CRP 01/DF aborda lançamento de dossiê sobre comunidades terapêuticas do DF e entorno: acesse aqui
- Reportagem da Agência Brasil destaca relatório organizado pelo Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura (MNPCT) em parceria com grupo de pesquisa da UnB: acesse aqui
- Relatórios de fiscalizações de combate ao trabalho análogo à escravidão: acesse aqui
- Vídeo “Psicologia e combate ao trabalho análogo à escravidão”: acesse aqui
- Vídeo Saúde mental e a luta antimanicomial no DF: acesse aqui
- Consulte outras referências de atuação no site do Crepop: acesse aqui
#descreviparavocê: carrossel com imagens que destacam a luta de profissionais de Psicologia contra o trabalho análogo à escravidão no Brasil. As imagens ressaltam estudos que mostram diversas violações de direitos em comunidades terapêuticas, com ilustrações de uma mulher em situação de sofrimento, mãos levantadas indicando luta, registros de reportagens e relatórios, miniaturas de vídeos elaborados pelo CRP 01/DF, além de capas de publicações do Sistema Conselhos de Psicologia com referências de atuação profissional e a marca gráfica do CRP 01/DF.